José Sonhador, porém guiado pelas emoções

 


¹ E Jacó habitou na terra das peregrinações de seu pai, na terra de Canaã.

² Estas são as gerações de Jacó. Sendo José de dezessete anos, apascentava as ovelhas com seus irmãos; sendo ainda jovem, andava com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José trazia más notícias deles a seu pai. 

³ E Israel amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores.

⁴ Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos eles, odiaram-no, e não podiam falar com ele pacificamente.

⁵ Teve José um sonho, que contou a seus irmãos; por isso o odiaram ainda mais. Gênesis 37:1-5


Todo Jovem sonha, almeja em construir um futuro promissor. Antes da carreira, vem primeiro o sonho. Antes da execução, o sonho veio primeiro. Todo sonho gera uma expectativa! É como uma bolha que vai crescendo aos poucos, se não controlar as emoções, um dia explode e, quando perceber, os sonhos foram frustrados. José era um jovem de 17 anos, último filho de Jacó nascido na velhice. Assim como todo pai mima seu filho, com José não foi diferente, o único problema de Jacó foi amar  mais á José do que os outros filhos. Jacó poderia evitar o ciúme dos demais filhos contra José. Foi o ciúme e a inveja que desencadeou o ódio. 

Nem toda família é perfeita! Jacó tinha muitos filhos, o problema foi ele ter várias mulheres, duas esposas e duas concubinas. Filhos com pais mães diferentes, nascem com personalidades diferentes, alguns até se destacam pela inteligência ou pelo caráter, outros não podemos dizer o mesmo, as atitudes por vezes são reprováveis. O laço sanguíneo produz ações de acordo com a paternidade e maternidade, um vai ter característica igual a do pai e outro da mãe. Agora imagine um pai com doze filhos e alguns com mães diferentes?...  Jacó teve doze filhos com personalidades diferentes. O filho mais velho, Ruben, deitou-se com a concubina de seu pai Jacó. Judá teve relações sexuais com sua nora Tamar. Diná foi estuprada. Simeão e Levi, foram violentos e cheios de vinganças. Uma família nada perfeita. E é exatamente nesse ambiente conturbado que José cresce. O grande erro de José foi expor excessivamente seus sonhos. Sonhos são pessoais e, muitas vezes, precisam amadurecer em silêncio antes de serem compartilhados. José deixou-se levar pelas emoções, e isso quase comprometeu sua trajetória. Porém, quando é Deus quem entrega um sonho, nenhuma perseguição, inveja ou maldade humana consegue impedir seu cumprimento. Porque aquilo que nasce no coração de Deus pode até passar por processos, mas jamais morre antes do propósito se cumprir.


Emoções sabotadoras de sonhos


Se existe algo capaz de sabotar e até aniquilar sonhos, são as emoções descontroladas. Emoções são temporárias; elas são momentâneas. São como chamas em palha seca: queimam rápido e logo se consomem. Se o jovem não souber discernir isso, suas próprias emoções poderão consumi-lo. A autossabotagem emocional começa quando sentimos ansiedade para contar algo que ainda nem saiu do papel. Muitas vezes, isso gera frustrações por causa de opiniões alheias ou até desperta inveja e ciúmes em outras pessoas.

José tinha sonhos verdadeiros vindos de Deus, mas ainda não possuía maturidade para administrá-los. Nem todo sonho deve ser contado imediatamente. Existem promessas que precisam amadurecer em silêncio antes de serem expostas. Quando expomos demais aquilo que Deus confiou apenas a mim e a você, estamos mostrando um fruto ainda verde. Ele pode amadurecer… ou apodrecer. Muitas vezes, aceleramos processos sem conhecer os resultados finais. Quando eu era criança, cresci indo para a roça com meu pai. Ele plantava bananas, batata-doce, mandioca, mamão e milho. O que mais me chamava atenção era a maneira como ele guardava as bananas escondidas debaixo das folhas da própria bananeira. Junto aos cachos verdes, ele colocava carbureto de cálcio, uma substância usada para acelerar o amadurecimento das bananas. Em apenas três ou quatro dias, os cachos amadureciam rapidamente. Porém, havia algo que eu percebia: as bananas amadurecidas pelo carbureto não tinham o mesmo sabor daquelas que amadureciam naturalmente. Eram mais aguadas, sem a mesma firmeza e doçura, porque foram forçadas a amadurecer antes do tempo. Assim também acontece com os sonhos. Quando abrimos a boca cedo demais para falar algo que ainda está sendo gerado por Deus, corremos o risco de forçar processos que deveriam amadurecer no silêncio. Nem tudo que nasce rápido permanece saudável. Algumas promessas precisam de tempo, profundidade e preparação antes de serem reveladas.

Com José não foi diferente. José era um rapaz emocionado, um jovem cheio de sentimentos e expectativas. Ele não conseguia guardar para si os sonhos promissores que Deus havia lhe mostrado, sonhos que o levariam a outro nível em sua vida. A primeira sabotagem foi contar aos seus irmãos aquilo que Deus lhe havia revelado. A segunda foi ir ao encontro deles no campo usando a túnica que seu pai lhe dera. Aquela túnica era usada em ocasiões especiais e representava honra e distinção. José a utilizou no lugar e no momento errado. A emoção de querer se exibir o levou à cisterna e, depois, a ser vendido como escravo aos ismaelitas. A necessidade de performance e exibição pode conduzir o homem ao fracasso. Porém, quando Deus usa momentos de desprezo e vergonha, Ele transforma essas experiências em amadurecimento para preparar alguém para algo maior. Se suas emoções o levaram ao fracasso, saiba que nada foge do controle de Deus. Depois de ser vendido a Potifar, José passou a se destacar por sua integridade, sabedoria e fidelidade a Deus. Na casa de Potifar, José já não era guiado pelas emoções; tudo o que fazia prosperava.


Emoções fazem o homem agir sem discernimento

José não percebeu o ambiente hostil ao seu redor. Seus irmãos já o odiavam, mas ele continuava expondo seus sonhos e sua posição. A emoção tira o discernimento do ambiente. Pessoas emocionadas falam demais, se exibem demais e não conseguem perceber os perigos ao redor. Se existe algo que todo cristão deveria buscar, é o discernimento espiritual. O discernimento evita frustrações, vergonhas, tristezas e decepções. Ele nos livra de muitas armadilhas. Quando adquirimos essa maturidade espiritual, nossa percepção sobre pessoas, ambientes e situações muda completamente.

A Bíblia diz: “Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.” — Hebreus 5:14

O autor de Hebreus nos ensina sobre discernimento usando o exemplo de alguém maduro, capaz de se alimentar de comida sólida. Quem alcança esse nível consegue distinguir o bem do mal, o saudável do perigoso, o conveniente do destrutivo. Em outras palavras, aprende a evitar sofrimentos causados por escolhas erradas.

Hoje não tenho mais a vesícula nem o apêndice. Lembro-me claramente de quando o médico me orientou a evitar certos tipos de alimentos que poderiam me prejudicar. Mesmo assim, continuei comendo exageradamente, sem controle e sem prudência. Até que comecei a sentir fortes dores no estômago e nas costas. Depois dos exames, descobri uma gastrite causada pela má alimentação. Imediatamente precisei cortar café, frutas cítricas, refrigerantes e vários outros alimentos. Aprendi a me alimentar corretamente somente depois que os problemas apareceram. Fui orientado. Fui avisado. Mas achei que poderia fazer o que quisesse sem me preocupar com as consequências. Se eu tivesse ouvido quem me aconselhou, talvez tivesse evitado dores, remédios e sofrimento. Assim também é o discernimento espiritual. Quem possui discernimento evita muitos constrangimentos e dores desnecessárias.

José não soube discernir o ambiente nem as pessoas com quem convivia. Seus irmãos já demonstravam inveja e ódio, mas esses sinais passaram despercebidos porque a emoção de se exibir falou mais alto. Seus sentimentos o cegaram, e a falta de discernimento o levou diretamente ao sofrimento.


Deus usa processos para tratar emoções A cisterna, a escravidão e a prisão foram processos que amadureceram José. Deus nunca coloca em nossas mãos algo grande para governarmos sem antes tratar aquilo que precisa ser curado, restaurado e reconstruído dentro de nós. As emoções de José eram uma limitação que atrapalhava sua trajetória. Ele precisava ser tratado de sintomas emocionais que quase o destruíram, se não fosse a mão de Deus o protegendo em todo tempo. Rúben, o irmão mais velho de José, é uma prova do cuidado divino quando alguém tenta destruir aquilo que Deus planejou. Ninguém pode aniquilar um sonho que foi gerado pelo próprio Deus. Mesmo expondo demais sua vida, seus sonhos e falando o que não devia, Deus continua regendo sua história.

Existem momentos em nossa vida em que tudo parece calmo, confortável e seguro. Porém, por causa de atitudes precipitadas, tudo muda: muda a rota, muda o trajeto, muda o cenário. É como se o GPS de Deus recalculasse o caminho para nos conduzir por uma direção mais segura. E mesmo que essa nova estrada seja espinhosa, difícil e cheia de pedras, ainda assim é Deus nos ensinando a controlar nossos impulsos e amadurecer nossas emoções. O processo não era apenas para levar José ao governo; era para curar suas emoções. Deus usa processos para nos curar. E se você está passando por momentos difíceis, saiba que Deus não se esqueceu de você. Talvez Ele apenas esteja usando o processo para amadurecer sua alma. O processo gera domínio próprio. O processo produz humildade. O processo quebra o ego. Remove a avareza. Esmigalha o coração de pedra. Nos aproxima mais de Deus. No processo, aprendemos a depender mais do Senhor. Oramos mais. Jejuamos mais. Pregamos com mais verdade. Nos tornamos mais sensíveis à voz do Espírito Santo. Quanto mais quebrantado o coração, mais sensível ele fica para ouvir Deus sussurrando em silêncio. O azeite do Espírito Santo desce sobre a vida daquele que aceita ser tratado. O processo amadurece. O processo transforma. O processo prepara.


O desejo da puberdade pode sabotar os sonhos 


José passou pelo primeiro teste: controlar suas emoções. Agora, ele enfrentaria outro desafio: dominar os desejos da juventude. A juventude é uma fase marcada por descobertas, desejos e curiosidades. Muitos jovens desejam conhecer o namoro, o prazer sexual e experiências emocionais intensas. Porém, quando não existe domínio próprio, o desejo pode conduzir ao caminho da fornicação e destruir projetos espirituais, emocionais e familiares.

A Bíblia diz: “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos fornicadores e adúlteros, Deus os julgará.” Hebreus 13:4

Vivemos em uma geração que normalizou o pecado e transformou a impureza em entretenimento. Pesquisas mostram que grande parte dos adolescentes inicia a vida sexual ainda muito cedo. Isso revela como a pressão do mundo tem acelerado processos que deveriam ser tratados com maturidade, responsabilidade e princípios. Mas o jovem cristão não foi chamado para viver segundo os desejos da carne, e sim segundo a vontade de Deus.

A Palavra nos ensina: “Porque esta é a vontade de Deus: a vossa santificação.” 1 Tessalonicenses 4:3-5

Quando um jovem entrega seu corpo ao pecado, ele não desonra apenas a si mesmo, mas também ignora princípios espirituais estabelecidos por Deus. O pecado oferece prazer momentâneo, mas pode produzir consequências profundas na alma. Por isso, a Bíblia nos ensina a fugir da tentação. José venceu porque decidiu fugir. Enquanto muitos brincam com o pecado, José correu para longe dele. Ele preferiu perder a capa do que perder sua presença diante de Deus. Fuja dos ambientes que alimentam desejos errados. Fuja das conversas que contaminam. Fuja dos olhares impuros. Fuja daquilo que enfraquece sua comunhão com Deus. E quando estiver cansado de lutar, peça forças ao Senhor. Deus sempre prepara uma porta de escape para aqueles que desejam permanecer fiéis. Outro detalhe importante: tenha cuidado com aquilo que você consome em segredo. Muitos caem espiritualmente durante a madrugada, sozinhos diante de uma tela. Talvez as pessoas não saibam o que seus olhos estão vendo, mas Deus conhece até os pensamentos e intenções do coração.

A Bíblia declara: “A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz.” Mateus 6:22-23

Aquilo que alimenta seus olhos também alimenta sua alma. Quem não vigia o olhar, aos poucos escurece o coração.


A Tentação e a Cobiça 


Na casa de Potifar, José adquiriu experiência, maturidade e sabedoria. Tudo foi confiado às suas mãos: a casa, os negócios, os jardins e os servos. Mesmo sendo apenas um escravo, tornou-se um homem bem-sucedido. Tudo prosperava ao seu redor. A Bíblia diz que “o Senhor era com José” (Gênesis 39:2-4). Porém, em meio à prosperidade, surgiu outro teste: a tentação. A cobiça e o desejo caminharam lado a lado para tentar destruir sua integridade. José era jovem, solteiro e de boa aparência. Durante sua juventude, havia se abstido dos prazeres carnais, mas agora sua fidelidade precisaria ser provada. Não porque Deus desejasse fazê-lo cair, mas porque o caráter amadurecido sempre será testado.

A Bíblia declara: “Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta.” Tiago 1:13

No caso de José, não foi Deus quem o tentou. Foi a cobiça da mulher de Potifar e o desejo impulsivo do coração humano que tentaram seduzi-lo. Todos os dias ela insistia: “Deita-te comigo.” Era um prato cheio para um jovem solteiro. Porém, José não brincou com a tentação. As Escrituras mostram que ele resistia, evitava proximidade e procurava manter distância daquela mulher. Quando a tentação se aproximou demais, José fugiu. E talvez essa seja a pergunta mais importante: Você tem fugido daquilo que pode destruir seus sonhos? Muitos querem resistir sem fugir. Querem vencer brincando com o pecado. Querem permanecer de pé enquanto alimentam desejos secretos. Mas José nos ensina que existem batalhas que não se vencem enfrentando — vencem-se fugindo.

A Bíblia diz: “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” Tiago 4:7

José preferiu perder a capa do que perder sua comunhão com Deus.


José venceu suas emoções quando decidiu perdoar 


O auge da maturidade emocional de José aconteceu quando ele teve poder para se vingar, mas escolheu perdoar seus irmãos. Mesmo expondo aqui as fraquezas de José, não podemos ignorar o jovem de coração puro que ele era. Apesar de ser impulsivo e falar mais do que devia, José não permitiu que a maldade contaminasse seu coração. Ele era um rapaz sem malícia, sem rancor e sem desejo de vingança. José nos ensina algo extremamente difícil: amar até aqueles que nos ferem.

Mas como amar alguém que nos prejudicou? Como perdoar pessoas que nos traíram, humilharam e tentaram destruir nossos sonhos?

José nos mostra que o perdão é uma das maiores provas de maturidade espiritual e emocional. O sucesso de José não foi medido pelo anel de Faraó nem pelo cargo de governador do Egito. Seu sucesso começou muito antes disso. Começou quando ele foi obediente na casa de Potifar, quando fugiu da mulher que tentou seduzi-lo. Quando preso injustamente, permaneceu íntegro cuidando das responsabilidades do cárcere e dos outros presos. José poderia ter se revoltado, poderia ter fugido, poderia ter usado sua dor como desculpa para abandonar seus princípios, mas escolheu continuar fiel. O sucesso de José foi construído nos detalhes silenciosos da sua trajetória: na casa de Potifar, na prisão e depois no palácio de Faraó. Em cada lugar por onde passou, Deus estava construindo pontes invisíveis para levá-lo ao lugar do propósito. Não foi por acaso que Faraó entregou autoridade do Egito a um ex-escravo. Não foi apenas favor humano, foi a mão de Deus conduzindo a trajetória de um homem que aprendeu a vencer emoções, desejos, tentações e processos sem abandonar sua fidelidade. Porque antes de Deus levantar José diante dos homens, Deus primeiro levantou José dentro dele mesmo.


Conclusão


Algo impressionante na história de José é que, em nenhum momento, vemos José murmurando contra Deus ou culpando seus irmãos por tê-lo lançado na cisterna e vendido aos ismaelitas. José aceitou o processo, mesmo contra sua própria vontade. Ele venceu as emoções. Venceu os desejos. Amadureceu longe do conforto da casa de seu pai e de sua parentela. Não foi o conforto que moldou José. Foi o desprezo, a humilhação, a vergonha, o silêncio do processo. Porque existem lições que Deus só ensina no deserto, e existem versões de nós mesmos que só nascem depois da dor.

Jovem, se você deseja usufruir das bênçãos de Deus, viva uma vida de temor, obediência e fidelidade ao Senhor. José passou por situações difíceis. Foi desprezado, humilhado, vendido como escravo e constantemente tentado. Mesmo assim, decidiu permanecer íntegro diante de Deus. José teve oportunidades para satisfazer os desejos da carne antes do casamento, mas escolheu não pecar contra Deus, porque entendia que aquilo que o Senhor tinha preparado era muito maior do que um prazer momentâneo. Não aceite as migalhas que Satanás oferece. O pecado pode até parecer atraente no começo, mas aquilo que o inimigo oferece não possui solidez, não produz vida e nem gera paz. O que parece prazer por alguns instantes pode se transformar em dor por muitos anos. Espere em Deus. Aprenda a confiar no tempo do Senhor, porque aquilo que Deus entrega vem acompanhado de paz, propósito e bênçãos verdadeiras. Quem sabe esperar em Deus nunca perde. Apenas amadurece para receber algo maior.


Autor : Escritor Rafael Vitor

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